domingo, 11 de dezembro de 2011

Diablo III - Está chegando


3 dias atrás a Blizzard divulgou um vídeo com o nome de "Opening Cinematic" (a cena de abertura) de diablo 3. A continuação da luta entre céus e inferno parece que finalmente vai chegar as mãos dos jogadores.


No vídeo mostra a parte principal da história do game, que é a batalha entre anjos e demônios e a influência dos seres humanos na história. 
Mas, o melhor vem no fim do vídeo, com um Deckard Cain mais velho (sim, mais velho do que o de costume) com sua sobrinha sendo atingidos por um meteoro no lugar onde estão. Será (finalmente) o fim de Deckard Cain?

E a pergunta mais importante. Se ele morreu QUEM IRÁ IDENTIFICAR NOSSOS ITENS?

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Será? Foz quer indicação de Andy Serkis para Melhor Ator Coadjuvante (Fonte: Omelete)


A 20th Century Fox começou uma campanha pela indicação de Andy Serkis a Melhor Ator Coadjuvante no Oscar 2011. O britânico viveu o macaco César, no filme Planeta dos Macacos: A Origem, utilizando tecnologia de captura de movimentos. O estúdio tentou, em vão, emplacar a candidatura de Serkis durante O Senhor dos Anéis, onde ele viveu o Gollum.

Existem duas questões nessa história toda. Primeiro, será que o macaco computadorizado pode ser mesmo considerado como apenas uma maquiagem e que César é resultado pura e simplesmente do trabalho de Serkis? Ou, como no caso de Gollum, tratava-se de um misto do ator com efeitos computadorizados? 

Além disso, se a Fox emplacar uma candidatura para ele, o que já é difícil pros acadêmicos cabeça-dura e para o público em geral, "Ator Coadjuvante" não seria a categoria correta, certo? Afinal, o chimpanzé é o personagem principal do filme e ponto final. Se for pro Oscar, Serkis tem que ir como Ator Principal.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

II Maratona Lar do Nerd - Musicais

Ei, você! Não fuja! Largue seus preconceitos na esquina e dê uma chance para o estilo de filme que é muito mais do que apenas um monte de gente cantando e dançando. Musical é muito mais do que isso. É unir imagem e som da maneira mais difícil e crucial. E escrever um roteiro que realmente não caia na chatice e segure o espectador por essas duas horinhas. Por isso, você que nunca viu um musical, acompanhe a jornada do Lar do Nerd e, assim como o The Punisher, aprenda que esses filmes são mais do que cantoria.


Nossa maratona começou com um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde, Grease. Um dos responsáveis pelo estrelado de John Travolta, o filme conta a história de Danny e Sandy, dois jovens que passam um verão maravilhoso de amor e acabam se reencontrando na escola. Mas Sandy é muito certinha e Danny tem uma reputação a zelar, tornando o amor complicado.

O filme tem duas sequências de música que são clássicas em filmes do gênero: Summer Love e You're The One That I Want. Mas o resto do filme é de um acabamento tão trash que acho que só quem viu na época realmente gostou. O que é aquele carro voando no final? E, Jesus, o que é John Travolta, magrelíssimo, dançando remexendo as pernas de varapau? 


O segundo filme foi Moulin Rouge! Amor em Vermelho. A história de amor entre Satine e Christian na Paris de 1900 é modernizada por canções de Elton John e Madonna. Para quem adora um romance de chorar aos tubos no final, é um achado. Mas encanta também os menos românticos, como The Punisher, mas que conseguem perceber quando está na frente de um filme bom. A direção de arte é simplesmente fantástica e o vermelho dá um toque esplendoroso à película. Além disso, Nicole Kidman e Ewan MacGregor estão uma coisa tão fofa juntos que mal dá para descrever.


E para finalizar, Chicago. Deslumbrante, épico, sensacional! Um misto de atuações incríveis com números musicais de arrepiar. Não tem um único ator que não esteja em perfeita sintonia com o filme. Até o Richard Gere deixou de lado todo a sua canastrice e arrasou. Os melhores números músicais são Cell Block Tango e  The Both Reachead For The Gun.

Para quem diz que nerd que é nerd só ama Star Wars, está muito enganado. Por trás desse coração de pedra só ligado na fantasia, também existia alguém capaz de se apaixonar. Capaz de se apaixonar por músicas de Elton John, cores e, ah, um outro alguém! Porque, como diz Christian, "The greatest thing you'll ever learn is just to love and be loved in return."

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Crítica: Gigantes de Aço

Mais um filme de porradaria, só que agora com robôs. Imagina um Rocky Balboa de três metros, quebrando tudo que vê frente, numa tela gigantesca com pedaços de ferros voando na sua cara em 3D. Legal, não? Mais ou menos. Recheado de clichês e com um protagonista nem um pouco simpático e carismático, Gigantes de Aço é um filme divertido, mas não passa disso.

O grande defeito do filme é o seu protagonista, Charlie (Hugh Jackman). Esperava-se um malandro de bom coração, algo meio parecido com um Seu Madruga, de Chaves., Mas Jackman parece não ter conseguido dar ao personagem o carisma que ele deveria para o filme ser crível e você torcer por ele. Isso também talvez seja um pouco culpa do roteiro. Afinal, como torcer para um pai que vendo o filho na maior careta de pau? Pior, um pai que larga o moleque no meio de um galpão abandonado, que eles entraram arrombando a porta, de madrugada, no meio da chuva, do lado de penhasco onde o supra citado moleque tinha acabado de quase cair e morrer?

Tudo isso torna o menino Max (Dakota Goyo) o grande protagonista. Carregando o DNA do pai, apaixonado pelas lutas e tão teimoso quanto, ele tem as melhores dalas e cenas de toda a película. O carinho que o menino demonstra pelo robô é de cortar o coração, de verdade. Aliás, Atom me lembrou muito WALL-E, com o mesmo olhar triste e perdido, que emocionava até o mais seco da plateia.

A tecnologia é a melhor parte do filme, disparado. Os robôs parecem tão reais que chega a ser assustador. Mesmo sem ter visto em 3D, já dá para ficar com água na boca. Aliás, todo o filme é muito real. Não é um daqueles futuros de carros voadores e máquinas malucas. É um futuro bem próximo de uma realidade e, por isso, fica tão fácil se identificar com ele.

Depois que Charlie começa a se tornar um pai presente, o filme anda. Jackman usa todo o seu charme e sensualidade para conquista o filho, Evangeline Lilly (a Kate, de Lost) e o público. O final tem todos os clichês possíveis, mas emociona, encanta e acaba se revelando um programão. Meio tarde, mas a salvação chega a tempo de salvar o filme. Isso, bem clichê.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Michael J. Fox refaz cena clássica de 'De Volta Para o Futuro' (Fonte: Superinteressante)


O ator Michael J. Fox surpreendeu as pessoas durante o evento A Funny Thing Happened On The Way To Cure Parkinson’s (ou "Uma coisa engraçada aconteceu no caminho para a cura do mal de Parkinson"). Ele, que sofre com a doença, atacou os saudosistas de plantão e tocou Johhny B. Good,de Chuck Berry, com uma lindíssima guitarra vermelha, relembrando a cena clássica de seu personagem Marty McFly, na ainda mais clássica trilogia De Volta Para o Futuro.


Quem quiser relembrar, é só acessar o site da Superinteressante.

CHUCK NORRIS APROVA WoW (Fonte: Arena IG)

Chuck Norris não aparece em vão, JAMAIS. Então segue a aparição dele no comercial do game World of Warcraft e seu personagem estilizado no jogo.


Muita gente está no aguardo do jogo World of Warcraft, que chegará por aqui, em terras tupiniquins no começo de dezembro (enquanto eu ainda tenho esperança que Diablo III saia um dia). 


WoW é um sucesso absoluto no mundo nerd, isso é fato indiscutível, ainda mais com Chuck Norris aparecendo no comercial do game e dizendo no fim " I am Chuck Norris and i approve this game". Então, quem vai contrariar o Texas Ranger? Afinal "Milhões de pessoas só estão em World of Warcraft porque Chuck Norris permite". E é melhor você gostar de WoW, Chuck Norris não vai gostar de saber que alguém desaprovou o que ele aprovou.

Para mais informações, acesse o site da IG.


Mulheres que jogam videogame fazem mais sexo (Fonte: Tech Tudo)


É isso aí. Para a alegria dos homens de plantão, que reclamam de suas parceiras que ficam constantemente emburradas quando eles jogam seus XBoxes360, pesquisadores do Gameart descobriram que mulheres que jogam videogame fazem mais sexo. As nerds têm uma frequência 34% maior que as outras mulheres.

Mais informações, no site da Tech Tudo.